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Cânceres de mama e de próstata serão temas de palestra para servidores do Campus Tucuruí

  • Publicado: Sexta, 16 de Novembro de 2018, 09h03
  • Última atualização em Terça, 27 de Novembro de 2018, 10h23
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"Câncer de mama e câncer de próstata: precisamos tocar nesse assunto!" é o tema da palestra que será realizada pelo Setor de Saúde do IFPA/Campus de Tucuruí no dia 28 de novembro, no Auditório EaD (Bloco 2 do Campus da Avenida Brasília). O evento, que é alusivo às campanhas "Outubro Rosa" e "Novembro Azul", terá como palestrante a enfermeira da Instituição, Taynnara Cunha, tendo como público-alvo os servidores do IFPA, que poderão optar em participar em um dos momentos: pela manhã, com início às 10h30 e término às 11h50; e uma reapresentação à tarde, das 16h às 17h15.

O câncer de mama

A doença é provocada pela multiplicação de células anormais da mama, originando um tumor. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), estimam-se 59.700 casos novos de câncer de mama, no Brasil, em 2018, com um risco de 56,33 casos a cada 100 mil mulheres, sendo o segundo tipo de câncer mais comum entre a população feminina.

De acordo com o site do INCA: "A orientação atual é que a mulher faça a observação e a autopalpação das mamas sempre que se sentir confortável para tal (no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano) (...). A detecção precoce do câncer de mama pode também ser feita pela mamografia".

Existe tratamento para câncer de mama, e o Ministério da Saúde oferece atendimento por meio do Sistema Único de Saúde, o SUS.

Câncer de próstata

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens. Em 2018, estima-se a ocorrência de 68.220  novos casos no país. Sendo uma glândula existente no homem, a próstata se localiza logo abaixo da bexiga e à frente do reto, produzindo parte do sêmen. A doença tem um nível alto de incidência entre pessoas da terceira idade, já que cerca de 75% dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos.

O  toque retal combinado com o resultado da dosagem do antígeno prostático específico no sangue podem sugerir a existência da doença.

"A escolha do tratamento mais adequado deve ser individualizada e definida após discutir os riscos e benefícios do tratamento com o seu médico, [podendo] ser cirurgia, radioterapia, terapia hormonal e até mesmo observação vigilante", explica o INCA.

Fonte: http://www2.inca.gov.br

 

Texto: Maurício Sousa - IFPA/Campus de Tucuruí.

 

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